DA SÉRIE: POST SEM TÍTULO – II

por Kritz

Continuo aqui, manca e garbosa.
Mas como agora tenho um aparelho de DVDokê (porque eu sou muito chique mesmo e meus vizinhos são sortudos por eu não ter um microfone. Ainda.) assisto filmes e filmes que eu tinha vontade de assistir mas não tinha como, já que o falecido Pseudo (que Deus o tenha em qualquer lugar bem longe de mim) sofria de uma maldição que dizia que se ele fosse no cinema o pipiu dele caia, maldição essa que o impedia de me acompanhar pra ver filme qualquer.
Como ir no cinema sozinha estando solteira é deprê total, mas ir no cinema sozinha tendo namorado é a coisa mais trash da qual já ouvi falar, eu parei de ir no cinema e ponto.
Mas agora que eu sou uma nova mulher, que tem um DVDokê e o pé quebrado, eu vejo TODOS os filmes que todos os meus familiares e amigos de todo o Brasil tem me enviado (em sinal de solidariedade ao meu momento estético-ortopédico desfavorável, por assim dizer) e isso inclui Um Amor para Recordar: um filme lindo com a trilha sonora perfeita e do qual eu falaria com satisfação, se conseguisse parar de chorar, se meu nariz parasse de escorrer e se meu irmão parasse de brigar comigo porque estou molhando o teclado.

E que se foda a crítica.

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