TENHO PREGUIÇA DA HUMANIDADE

por Kritz

Acho todo mundo podre, ridículo, fingido, invejoso, hipócrita e mesquinho.
Por exemplo: a raça de boxers são babões abestalhados, assim como a raça humana é nojenta e me dá asco.
Um tempo atrás eu falava pra quem quisesse ouvir que eu não teria filho pra colocar nesse mundo cão, onde gente gosta mais de coisas do que de pessoas e que eu não poderia ser cruel ao ponto de fazer uma pessoa pra vê-la como tudo isso é disgâstin.
Se eu tivesse um filho que resolvesse espancar gays ou votar no Alkimin eu acabaria me suicidando e minha alma iria vagar no umbral por anos e anos até não sei quando.
E por esse tipo de coisa eu falava pros quatro ventos que eu não teria filhos, coisa tipo: “Oi, muito prazer, meu nome é Kriscia e não terei filhos jamais, amém”.
Tá, mudei nesse ponto.
Eu ando com o sentimento maternal a flor da pele total. Li um dia no 02neuronio que isso é diretamente proporcional à competência que seu namorado/pretê/ficante/passante inspira na sua pessoa.
Fato.
Eu fico pensando em Namorado, com todo aquele jeito organizado, criterioso e lindo, ensinando a Ana Tereza (porque, sim, eu sei que será uma menina) a passar o tempo jogando sudoku pra desenvolver o raciocínio lógico, ou talvez ensiná-la a guardar os brinquedos organizados por cor e/ou forma geométrica, a não deixar a toalha em cima da cama e a comer mc donalds escondido de mim.
Daí eu penso que só se eu tiver uma filha vou poder ensinar a ela as coisas nas quais acredito, e mostrar tudo que tá errado nesse mundo, etc e talz.
Claro que o único episódio de Super Nanny que eu assisti na vida me deixou traumatizada e muitas vezes eu me pego pensando no quanto os cachorros são mais obedientes, não matam aula e não arrumam namorados maloqueiros.
Mas essa é outra história e claro, eu perdi completamente o foco do post, veja só você.
E é isso por enquanto.

Anúncios