what a hell?…

por Kritz

Você não acredita que um dia desses, lá em casa, com o notebook no colo enquanto marido assitia o São Paulo entrar na fase pós hexacampeonato, fui atrás pra ver que bagaça era essa de Twitter.

Fiquei olhando aquilo… Aquele tanto de gente que, mesmo antes de eu ter criado meu perfil, já piscava ali, pra me seguirem…

Me seguirem! Acompanharem tudo aquilo que eu não escrevi nunca porque, afinal, não estava lá.

Me deu desespero. Porque pode não parecer, mas eu gosto de um pouco de sentido nas coisas. E aquilo não tem sentido.

Os meus followers são em sua maioria gente boa na escrita: blogueiros ou colegas de pós, então tem até uma certa graça ir lendo coisas curtas e bem humoradas e bem escritas sobre aquelas pessoas (o bem estar que sentimos ao ler um blog do qual gostamos, eu comparo).

Até que veio o – insira aqui o nome de uma criatua nonsense que você conhece – e resolveu me seguir, pra que eu fique lendo quando é que ele vai se reunir com a banda dele pra ensaiar.

Saca? É como se me obrigassem a ler um post que achei chato só de passar o olho.

A parte boa: são só 140 caracteres.

Mas passo a dica: você talvez devesse dar uma passeada lá. Sem perfil sem nada. Ou com um fake, vai saber. Só pra você medir o fenômeno. Tem jornal por lá, escritor bacana e, claro, blogueiros. Afff.

E tem empresa de propaganda pagando gente pra falar de seus comerciais no twitter, tem empresa pagando gente pra fazer propaganda de seus produtos no twitter. Tem gente ganhando (e gastando) dinheiro no Twitter. Essas coisas loucas do mundo ciberinformacional.

Coisa de doido.

DOI-DO.

 

 

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