Tá Pensando o Quê?

Mês: julho, 2009

se comporte ou lanço-lhe um tersol

Quem me conhece sabe que tenho uma certa dose de hurry up na veia de vez em quando. Picos de agonia para resolver tudo. E como eu soube que estava grávida na sexta-feira por minha própria conta, não tinha médica marcada pra ir lá pedir exames nem resolver a lista de dúvidas que já está pronta, desde o dia em que a menstruação atrasou. Eu sei que vocês vão achar que eu tô brincando, mas não tô. Vou providenciar um scanner e coloco a lista aqui pra provar que tô falando a verdade. Porque eu só falo a verdade e este blog aqui é um lugar sério.
Então, como não tinha médica marcada, eu tive uma idéia genial: ir na emergência e pedir todos os exames, pra dar o tal hurry up no processo. Fui num hospital fodão aqui de Brasília, esperei horas a fio enquanto lia revistas e, quando chegou minha hora de ser atendida, a mula de pantufa da ginecologista disse que não, não poderia providenciar pedidos de exames pra mim, porque aquilo era uma emergência e não seria ela a acompanhar meu pré-natal. Simples assim.
Naquele instante eu visualizei ela trabalhando num almoxarifado, ou num estoque de supermercado. Porque eu acho que ela fez o curso errado. Ou então ensinaram a ela, no curso de medicina, a não ligar para as angústias das pacientes. A tratar gente como caixas a serem empilhadas. Você, colega médica que lê este blog, me responda: ela simplesmente preencher uma requisição de ecografia, receitar ácido fólico, exame de sangue, fezes, urina pra detectar doenças e vacinas, seria, assim, tão trabalhoso? Ou é proibido fazer esse tipo de coisa pelos pacientes, só porque eles recorreram à emergência? Enfim. Vamos aguardar o belo tersol que nascerá nos dois olhos dela. Porque vocês sabem, né? Contrariar grávida: tersol na certa. E parece que leite materno é bom pra tersol, enfim. É tipo aquele lance da cobra: com o próprio veneno é produzido o antídoto. Ainda bem que ainda não tenho leite. Porque se ela dependesse do meu leite pra se curar do tersol, iiiiih… Tava lascada.

táticas pra barriga crescer logo

Mas gente, esse negócio de estar grávida não está me convencendo, não. Já se passaram 5 semanas e DOIS dias e minhas roupas continuam servindo. Claro, porque meu bucho não aparece! Assim não dá, assim não pode… No dia que eu vi o resultado abri meu armário e me despedi singelamente das minhas roupas de não-grávida. E agora, estou tendo que dar o braço a torcer e usar todas elas, porque até agora todas que vesti estão servindo perfeitamente. Cada vez que abro aquela bagaça de armário ouço risadinhas das minhas calças sociais, como quem diz ‘ué, não tinha dado tchau?’ É muita decepção!
Pra acabar de completar, no trabalho, ao meu lado, senta uma senhora simpática e que, desde que eu engravidei, me trata como uma embalagem para bebês, tipo aquelas bolsas de canguru. E hoje, Brasil, ela me veio com a cara de peroba lustrada dizer ‘você não vai pegar muita barriga, não. Pelo seu tipo de corpo o bebê logo vai encaixar, vai ser uma barriga simbólica, parto normal, vai ser um parto fácil.’
Ah, agora deu. Trabalho num banco onde temos parteiras e obstetras atuando no RH e não sabia! Adoro ouvir histórias felizes de partos bacanas, simples, sem nada daquele terror que envolve o ato de parir. Mas não me venha dizer que não vou pegar barriga, que é capaz de ter um troço. Barriga simbólica? Simbólica foi a vontade que eu fiquei de tacar o grampeador na fuça da degenerada, fala sério.
Então eu adotei uma tática muito simples: só uso batas. Aquelas batas de grávida que mesmo quem não está grávida usa. Ou vestidos daqueles que fazem as pessoas olharem e pensarem: ‘será que ela está grávida?’ Me sinto mais respeitada desta forma. Por exemplo: no dia da consulta com a nutricionista, cheguei com um vestido de grávida, e não tinha lugar pra eu sentar. Adivinha o que aconteceu? Uma senhora levantou pra eu sentar, dizendo que grávidas não podiam ficar em pé, fazia mal pra circulação.
Tá vendo? Preciso usar de meus artifícios, gente, é a lei da selva.

e os poderes pela barriga a mim investidos?

Então. Estou, pelos meus cálculos, na 5ª semana e até agora nada de bucho.
Assim, não dá! Que tipo de gŕavida não tem barrigão? E outra: ninguém acreditou em mim no mercado ontem, quando entrei no caixa preferencial para gestantes. Praticamente um desacato, gestantes são o futuro da nação, deveríamos fazer parte de uma casta superior, venerada e respeitada acima da média, mesmo na democracia!
Somos a garantia de sobrevivência da raça humana…
Ai, difícil demais ter que explicar o óbvio numa fase em que os hormônios nos ordenam a estar sempre irritada e de mau humor.
Ou chorona. Mas é chorona MESMO, meu Brasil, a coisa é séria!
Ontem, ainda no mercado e antes de passar pela humilhação de não acreditarem que eu tinha o direito constitucional de utilizar o caixa preferencial para gestantes, enquanto passava pela sessão de xampus, perfumes e outros gerigéris pra bebês, comecei a chorar. CHO-RAR!
Foi se formando uma poça ao meu redor enquanto eu pensava no meu bebezinho cheio de dobrinhas que me farão gastar uma caixa de cotonete interia pra deixar tudo em ordem, limpinho e talz. E fiquei pensando nele (ou nela) fazendo xixi na fralda que eu acabei de trocar. Quase imaginei ele (ou ela) rindo com sorriso sacana, reconhecendo minha voz e meu cheiro, todo perfeitinho, saudável, uma versão mini de um ser humano bacana e que fará diferença pro mundo.
E aí chorei mais. Muito gostoso, porque o choro é bom. É o típico choro de felicidade só que, desculpem-me as que não engravidaram, é um outro tipo de choro. Um choro feliz, um choro oração, um choro gratidão, um choro cheio de vida!
É um choro gargalhada, essa é que é a verdade.

durma com uma barriga dessas

Estou bem preocupada com a taxa SELIC. Porque dela depende o rendimento dos poucos cruzeiros que tenho poupança. O tempo aqui em Brasília tá estranho, essa época é sempre fria e seca mas, ontem, choveu. Estou pensando em pedir uma indenização pro laboratório fabricante do exame de farmácia, porque se eu não fosse muito esperta e tivesse desconfiado dele, poderia não ter feito o exame de sangue e descoberto que de fato, daqui uns 9 meses, nascerá a parte mãe que habita na minha pessoa. Sim, porque até o momento eu sou só apenas um meio de transporte e nutrição para um ser que deve estar asim, digamos, do tamanho de um grão de areia.
Me passa o sal?

1 dia é muito pouco

Dia do amigo né? Que balela. Eu sou uma pessoa de poucos amigos. E tenho muito orgulho disso. Mesmo assim, já vivi vários dia do amigo.
Teve uma vez, quando eu era pequena, que uma amiga minha assumiu, pra minha mãe, a culpa de algo que eu tinha feito, porque nela minha mãe não ia poder bater. E teve outra vez, quando eu já era adolescente, que meu namoradinho de adolescência tinha terminado comigo e tava pegando a piranha peituda da classe e, claro, aquilo me aleijou por dentro, como se a sensação de não ser piranha não adiantasse nada. E no dia que os vi juntos e fiquei com vontade de morrer de tanto chorar, uma amigona minha segurou bem forte a minha mão e disse: você é mais que isso e vai passar por eles de cabeça erguida. Aquele dia foi um dia do amigo.
Teve um dia que, eu recém admitida no emprego, tinha entrado pra lista de pessoas a serem odiadas de uma garota neurótica, sei lá, que fez com que simplesmente o andar INTEIRO no qual eu trabalhava simplesmente PARASSE de me dirigir a palavra. E aquilo foi muito ruim, claro, até porque eu nunca soube o motivo. Aí, nesse dia, minha melhor amiga, depois de me ouvir chorar muito no telefone de tanta dor no coração, me convidou pra almoçar e levou pra mim um girassol, minha flor preferida, justamente por ser a flor que até se abate quando o tempo nubla, mas com qualquer solzinho já faz a maior festa. E esse foi um grande e belo dia do amigo pra mim.
Outra vez, de madrugada, uma amiga minha me ligou pra dizer que tinha perdido a virgindade, que tava bem, que tinha sido legal, que eu não precisava ficar preocupada, mas que ela queria me contar aquilo, compartilhar comigo, porque eu era amiga dela. E era de madrugada mesmo. Aquele foi um puta dia do amigo.
De outra vez, um dia desses, uma das meninas mais fofas e meigas que eu já conheci me viu chorando muito aqui no trabalho e, sem perguntar nada, sem encher meu saco, simplesmente me trouxe guardanapos de papel, pra eu secar as lágrimas e segurar a onda. E esse foi um dia do amigo e tanto, porque o dia em si tava uma bela bosta.
Hoje, uma outra amiga fofa, doce e tudo de sensível que alguém consegue ser me deu um abraço muito, muito forte e me disse: você faz muita diferença na minha vida, eu te amo e te aprecio como pessoa e quando crescer quero me parecer com você. E é por esse tipo de coisa que eu digo, na tranquilidade, que 1 dia pra dia do amigo é muito, muito pouco. Porque quem tem amigo, não passa mal. Mesmo que seja natal, páscoa ou dia do índio. E tenho dito.

eu devo estar quase grávida

Obviamente que não havia essa opção na bula do teste de farmácia. Lá só tinha ‘positivo’ ou ‘negativo’ como respostas possíveis.
Ah, meu camarada, esse povo de laboratório farmacêutico não sabe mesmo nada sobre a minha vida e sobre o quanto ela não é nem nunca foi assim tão exata e simples. Pra mim e comigo sempre aconteceu o que as estatísticas ignoravam porque não acontecia num volume considerável. E por que eu, esta tola, esta anta de patins que sou, tive esperança que logo um teste de farmácia eu poderia obter um resultado exato? Porque eu sou um tatu manco, caros leitores, por isso alimentei essa esperança idiota.
Veja bem, a regra é clara: 1 tracinho para negativo, 2 tracinhos para positivo. Alguém que se formou no mobral da extinta LBA compreende isso. E esse foi o exato motivo pelo qual eu entendi tudinho ao ler a bula. Fiz o 1º xixi do dia no potinho, desprezando o 1º jato, e depois coloquei a fitinha lá dentro. E fiquei esperando algo acontecer. Apareceu muito rapidamente o 1º tracinho rosa pink. Ok, beleza, tudo certo. Só que foi aí que aconteceu o inusitado: depois de passados os 5 minutos, fui avaliar a fitinha. Tava lá um tracinho rosa pink e o outro visível, mas num rosa beeeeeeeem clarinho.
Cadê que essa opção tá na bula, meu Brasil? Não tá. Simplesmente não tá. Porque eu não caibo em estatística nenhuma , sou uma excluída.
E desde hoje de manhã estou com um problema: ou eu estou quase grávida ou a bateria da fitinha acabou bem na hora de acender o 2º tracinho. Ou, talvez, este laboratório não passasse no teste do INMETRO que o Fantástico fazia.
Por via das dúvidas, vou comprar algumas fraldas.
Sugestão de marca?
Alguém? Alguém?

cães, preciosos cães

Não tenho cachorro. Quando era criança tive alguns, que duravam, assim, uns 17 dias. Não me lembro de nenhum ter morrido. Mas meus pais doavam as criaturas porque, enfim, eles davam um trabalho do cão. Eu tive também um coelho. O nome dele era Coelho mesmo, batizado por mim ixcruzive. Eu tenho uma explicação muito óbvia para essa minha decisão: foi esse o nome que Adão deu para aquela coisinha peluda de olhos emaconhados! Só que deu esse nome em aramaico e a gente, com o tempo, traduziu para o português. O resultado deve ter sido algo como coelhudus orelhudus quadrupedisis, mas com a evolução da língua a gente ficou só com o coelho mesmo, e tem funcionado até hoje.
Sinceramente Coelho era um coelho meio sem graça. Era quase como um peixe, só que não vivia em água. Comia, dormia e eliminava os detritos. E os detritos dos coelhos são engraçados, porque coelhos não fazem nem cocô nem xixi, eles produzem um treco que fica entre as duas excreções.
Um belo dia, Coelho não estava mais entre nós. A versão oficial é de que ele tinha tomado água com sabão e morrido de ensaboamento estomacal. Pra mim, lógico, a desculpa colou porque criança acredita em muitas coisas meio estranhas, além de terem coragem de tomar água com sabão também, então, eu me recolhi e tentei internalizar que Coelho tinha ido para o céu dos coelhos. Ou então pro inferno dos colehos, já que tinha se suicidado.
Mas o assunto é cachorro. Eu mesma não tenho nada contra cães, apesar de se tratarem de seres animados que cagam a casa inteira e mastigam pés de móveis e sapatos alheios. E foi assim, com o passar do tempo e com o perder dos calçados que eu fui compreendendo que cachorros e Kriscia daria confusão.
Só que Marido adora cães. Sempre teve cães, conversa com cães, alimenta cães, insiste em dizer que o cão dele sorri, que fala, que fica bravo e envergonhado. Acho que fica mesmo. Porque se eu fosse um cão ranheta como aquele cão é eu também teria vergonha de mim mesma. Só que na minha versão cão. Compreendem?
De uns tempos pra cá ele anda com um rabujo só, porque eu vetei cães no novo lar. Não tenho tocado no assunto porque, como já dito, cães estão vetados.
E sabe qual foi a estratégia dele?
‘Precisamos ter um cão. Só assim saberemos se não vamos deixar nosso filho morrer.’
Ainda estou tentando processar essa informação e ver que significado isso tem.
Enquanto isso me diga aí: será que chove?

o lar é meu, o grilo é meu, o mau humor é meu

Ah, Brasil, minha casa tá naquela de reforma eterna. Chegou a parte das cores e, como já dito, Marido é daltônico e confia no meu gosto para cores, combinações, obras de arte, filtros de sonho ripongas, enfim, essas coisas minhas que Deus dá. Eu, pra falar a verdade, também confio. Mas saberei caso algo tenha dado errado ou ficado muito berrante SE a gente simplesmente parar de receber visitas.
E eu tava muito a fim de colocar um microfone de adesivo grudado no box do banheiro, pra que todos os amigos que eu vou receber lá fiquem tranquilos ao saber que qualquer pessoa normal (?) canta no chuveiro. Saca? Um banheirokê, chuveirokê, privadokê, tipo isso.
E de onde virá o dinheiro para tudo o que falta? Eu me pergunto. E é nesse momento que grilos cacarejam ao fundo.
Até porque eu não sei o nome do barulho que o grilo faz e o grilo é meu, se eu quisesse ele latiria e você teria que aceitar.
Fim.

segunda-feira cretina e outros assuntos

Ah, Brasil, segunda-feira é um dia muito infeliz.
E pra acabar de completar, eu tô numa TPM que, tipo, não conheço palavra feia o suficiente pra descrever. Que sorte triste essa minha.
E os fakes do orkut, gente? Ai, eu sidivirto. Meu perfil é invadido todo santo dia por fakes, eu acho isso muito legal. Pessoas de verdade que fingem ser quem não são pra poder fuçar meu orkut. Mas gente, que besteira é essa? Larguem essa bobagem, entrem lá, me adicionem como amigos, vamos socializar. Até porque, só assim será possível ver minhas fotchenhas, coisa e tal. E outra: amigos de orkut não precisam ser amigos na vida real. Podemos nos adicionar só pra bombar os contadores. Podemos até nos detestar no mundo real, podemos querer que o outro morra atropelado por uma manada de elefantes com diarréia mas, mesmo assim, sermos amigos de orkut. É quase uma outra categoria para ‘conhecidos’, ‘colegas’, ‘inimigos’, sei lá.
Claro, há a chance de você ser uma criatura bípede alvo do meu ódio mortal por vários motivos, ódio esse que poderá te abater muito poderosamente, porque eu sou um ser meio malvado e cruel às vezes. E minha praga tem muito poder, como eu já contei outras vezes pra vocês. E nessas horas eu entendo você não ter coragem de entrar lá com seu perfil verdadeiro, porque você será deveras esculachado, já que eu não tenho a menor classe, nem polidez.

Mas pense pelo outro lado: pode ser que você esteja na prateleira ‘pessoas das quais a Kriscia tem pena’ e aí, tolo, eu hei de te ignorar. Porque eu sei ignorar bem paracaralho, nem se tivessem me ensinado isso na faculdade eu seria tão exímia ignoradora. E nessas horas os desavisados até creriam que me trato de uma pessoa classuda.
E o povo que usa perfil de amigo pra poder bisbilhotar melhor? Meu povo, acorda pra Jesus! Me adiciona aí no msn que eu te conto tudinho que você quiser saber, com riqueza de detalhes… Não precisa passar por esse ridículo. No fundo, no fundo só nós sabemos que você paga esse mico. Me adiciona aí no msn que eu prometo que não conto pra ninguém. Mas, por favor, para com essa coisa babaca, porque eu rio muito da sua cara e da sua falta de cu de bancar sua curiosidade, sua inveja, sua patologia, sua paranóia, sua tendência ao sadismo.
Pelamordedeus, a mediocridade é algo tipo o universo: tende ao infinito. Não canso de me surpreender com esses seres iluminados.

tiquinhos

Eu entreguei a versão quase final da monografia. Aí a orientadora rabiscou e pintou bastante, pra eu entregar algo realmente final no dia 20. Dia 05 eu defendo a tese. Ou morro de estafa mental, vamos aguardar.

 

Sexta-feira, vocês sabem, é dia do momento Rosa, minha massagista figura. Ela está consideravelmente convicta de que M. Jackson não estará no caixão amanhã. Será um boneco de cera, um sósia falecido, coisa assim. Porque, pra ela, Michael já está congelado, esperando a clonagem dar conta do recado. Eu tenho medo da criatividade popular, mas neste caso específico não vou ficar surpreendida se o cadáver levantar e andar quando ouvir ‘who’s bad’. Uma criatura que tem o velório num formato de show merece a ressurreição.

 

No fim-de-semana fui curtir degustação de vinhos baratos. Quando comecei a achar os sabores interessantes, percebi que estava bêbada e não deveria levar a minha própria opinião em consideração, dado o contexto. Como eu sou pobre e cuspir aquilo tudo ia ser muito desperdício, comprei 10 garrafas pra tomar em dias separados e emitir opinião um pouco mais válida. Don’t worry, sem chance de eu fazer do TPQ um espaço para conversas enochatas. As ressacas eu certamente compartilharei.

 

Vou pros EE.UU mês que vem. Vou, claro que vou, não entendo essa cara de ‘nossa, vai morrer de gripe suína’. Alow, Brasil, não é assim que a banda toca. Primeiro que aqui já tem gente que não viajou e pegou a gripe de gente que também nao viajou.
Agora olhem pra minha cara de quem vai ficar esperando a gripe suína tupiniquim me pegar! Se for pra morrer de gripe, que seja viajando, viajando muito, viajando demais. Até porque, sejamos francos, se for meu dia, um resfriadinho goiano me matará e ponto final. E eu morrerei sem realizar o sonho de desenroscar o nariz do Mickey, o está fora de cogitação.

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