todo mundo querendo saber da mala

por Kritz

Sim, Brasil, minha mala surgiu reluzente na esteira. Azul e bela, cheia de fitas e marcas do trauma sofrido pelos carregadores malvados. E nem demorou muito. Isso me leva a crer que tem mais gente que gosta de mim do que gente que me detesta no mundo. Ou então meu santo é forte.
Já estou em Miami, Flórida, que não tem o apelido de the sunny state à toa. Meu camarada, votecontá que chegamos aqui num calor de 32°, naquela umidade que você fica bezuntado logo que sai do banho. Mas tudo é absolutamente limpo e fino, as ruas são enormes de largas, os carros são todos fodões e a gente se sente mal educado por mais gentil que tente ser. Precisei ir no médico e fui ABSOLUTAMENTE bem atendida. Em 2h eu já estava tomando soro, já tinha feito exame de sangue, urina e ultrassom, já estava tudo bem e eu já tava indo almoçar no wendys. Quanto eu paguei pelo atendimento médico? Nada. E ainda tive que assinar um papel dizendo que eu me comprometia a não pagar nada por aquele atendimento, porque o Obama can e ia pagar tudinho. E é um estado bilingue, né? Todo mundo fala inglês e espanhol. Como na minha lua de mel eu arrasei no espanhol, estou me sentindo em casa. A diferença básica é que aqui a UNIDADE da banana custa 1 dolar. Ainda bem que trouxe banana passa do Brasil. Nós não sabemos quanto o Brasil é bom, saca? Definitivamente, não sabemos.
See you, guys! (praticamente uma poliglota, eu.)

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